O Terrorismo Universal Silencioso
DOI:
https://doi.org/10.47633/5jj3qn56Palavras-chave:
mujeres,, esclavitud, violencia, patriarcado, igualdadResumo
Neste artigo denuncia-se a marginalização que as mulheres têm sofrido ao longo da história em diversos âmbitos, sejam eles familiar, político ou laboral, o que tem repercutido em sua integridade como pessoas.
A geração a partir dos anos 2000, ao ouvir a palavra terrorismo, associa-a majoritariamente à violência extrema; no entanto, existe um tipo de terror que está presente desde os primórdios da humanidade: a desvalorização das mulheres. Esse tipo de terror torna-se cada vez mais sólido, autoritário, dominador e escravizador, abrangendo os âmbitos acadêmico, político, social e econômico. Ainda assim, até hoje, as mulheres lutam para se libertar desse terrorismo e têm conseguido explorar campos que sempre foram reservados aos homens, como a física, a química, a astronomia e a engenharia.
Do mesmo modo, o machismo também tem silenciado as mulheres em seu crescimento emocional e profissional, isto é, em sua integridade como pessoas, sem considerar que são criativas e trabalhadoras, capazes de contribuir para o desenvolvimento do mundo graças às suas grandes capacidades. Além disso, é preciso reconhecer que, em alguns países, é muito difícil para as mulheres progredirem devido ao patriarcado e a modelos religiosos extremos. O opressor oprime por medo de ser confrontado, dominado ou, simplesmente, por enfrentar uma forte concorrência. O sistema econômico que atualmente domina o mundo tem servido como um trampolim para que o patriarcado se fortaleça ainda mais, aproveitando-se dos mais despossuídos, frágeis ou necessitados.
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